O Projeto


Projeto da Universidade Federal Rural de Pernambuco, financiado pelo MEC e executado pela Organização Social Centro de Prevenção às Dependências, transforma espaços públicos em escola ao ar livre para atender pessoas em vulnerabilidade social.

No Brasil, 7% da população é de analfabetos, segundo dados da Pesquisa Nacional da Amostra Domiciliar Continuada (Pnad), divulgada em 2018. Em Pernambuco, são um milhão de pessoas que não sabem ler e escrever. A maioria esmagadora delas vive em situação de pobreza. Mais de 30% dos jovens pernambucanos estão fora das salas de aula. Acreditando que a educação é transformadora de realidades, o projeto Escola da Vida leva oficinas de letramento e raciocínio lógico, permeadas por conteúdos de cidadania e cuidado com a saúde, para pessoas que vivem ou trabalham nas ruas de Olinda, em situação vulnerabilizante.

Uma praça, à sombra de uma árvore, uma escadaria de uma igreja secular ou um espaço no meio de uma comunidade marcada pela violência. Esses lugares tornam-se escolas ao ar livre, com a chegada do carrinho itinerante e da equipe multidisciplinar do projeto. Construído com esse intuito, o carrinho se abre em vários compartimentos. De lá, vão saindo livros, pastas, fichas, lápis, quadro branco, bancos para os alunos sentarem. É assim que a educação chega a quem precisa e aonde elas estão: em cima de quatro rodas, guiado por pessoas que acreditam que o aprendizado pode acontecer também em espaços livres.

O Projeto

O Projeto

Apesar de acontecer no meio da rua, e conviver diariamente com imprevistos, se engana quem pensa que a aulas não foram construídas com objetivos muito claros. O resultado esperado é elevar a escolaridade dos 150 participantes e estimular uma visão crítica, para que eles possam construir caminhos e possibilidades de melhorar a vida.

Os conteúdos trabalhados foram pensados respeitando o perfil das diferentes realidades encontradas. Para isso, a equipe – formada por pedagogas, psicólogos, advogada, sociólogos e assistentes sociais – percorreram as ruas do município, conhecendo a rotina e o perfil do público atendido. Foram escolhidos oito localidades da cidade patrimônio histórico e cultural e suas características viraram matéria prima para construção de cada encontro. No total, serão 32 oficinas com cada uma das turmas formadas nos oito locais previamente selecionados: Praça do Carmo, Varadouro, Rio Doce, Sítio Histórico, Bairro Novo, Ilha do Maruim, Peixinhos e Comunidade do V8.

No Brasil, 7% da população é de analfabetos, segundo dados da Pesquisa Nacional da Amostra Domiciliar Continuada (Pnad), divulgada em 2018. Em Pernambuco, são um milhão de pessoas que não sabem ler e escrever. A maioria esmagadora delas vive em situação de pobreza. Mais de 30% dos jovens pernambucanos estão fora das salas de aula. Acreditando que a educação é transformadora de realidades, o projeto Escola da Vida leva oficinas de letramento e raciocínio lógico, permeadas por conteúdos de cidadania e cuidado com a saúde, para pessoas que vivem ou trabalham nas ruas de Olinda, em situação vulnerabilizante.


Uma praça, à sombra de uma árvore, uma escadaria de uma igreja secular ou um espaço no meio de uma comunidade marcada pela violência. Esses lugares tornam-se escolas ao ar livre, com a chegada do carrinho itinerante e da equipe multidisciplinar do projeto. Construído com esse intuito, o carrinho se abre em vários compartimentos. De lá, vão saindo livros, pastas, fichas, lápis, quadro branco, bancos para os alunos sentarem. É assim que a educação chega a quem precisa e aonde elas estão: em cima de quatro rodas, guiado por pessoas que acreditam que o aprendizado pode acontecer também em espaços livres.

Apesar de acontecer no meio da rua, e conviver diariamente com imprevistos, se engana quem pensa que a aulas não foram construídas com objetivos muito claros. O resultado esperado é elevar a escolaridade dos 150 participantes e estimular uma visão crítica, para que eles possam construir caminhos e possibilidades de melhorar a vida.

Os conteúdos trabalhados foram pensados respeitando o perfil das diferentes realidades encontradas. Para isso, a equipe – formada por pedagogas, psicólogos, advogada, sociólogos e assistentes sociais – percorreram as ruas do município, conhecendo a rotina e o perfil do público atendido. Foram escolhidos oito localidades da cidade patrimônio histórico e cultural e suas características viraram matéria prima para construção de cada encontro. No total, serão 32 oficinas com cada uma das turmas formadas nos oito locais previamente selecionados: Praça do Carmo, Varadouro, Rio Doce, Sítio Histórico, Bairro Novo, Ilha do Maruim, Peixinhos e Comunidade do V8.

O Projeto